Ensino Básico Atividades e Recursos - Primeira Página.
Primeira Página
Legendagem:
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Professor maltratado por alunos preferiu morrer a voltar ao 9.º B
Ainda há poucas informações relativamente a este caso. Um professor maltratado numa Escola de Sintra declarou que prefere morrer a regressar à turma que o maltratou a Escola recusa falar do caso.
Em Mirandela
O inquérito terminou e conclui que o jovem Leandro não se queria matar.
Governo vai dar poderes a directores de escola para suspender rapidamente alunos agressores
Na minha opinião a suspensão é o que eles querem... troquem a suspensão por trabalhos forçados numa escola "Time-Out" uma prática comum na Suíça (ligação) e os comportamentos alteram-se. Expulsar alunos só cria marginais, reabilita-los forçando-os a limpar as ruas, cuidar de jardins, apanhar jornais, isso é que é reprogramação neurológica.
"A ministra da Educação anunciou hoje que vai apresentar um diploma para reforçar os poderes dos directores de escola para que os alunos agressores possam ser suspensos imediatamente logo após a ocorrência da agressão."
As escolas públicas devem ser equipadas com sistemas de videovigilância CCTV?
As razões incluem o aumento da protecção e de segurança para os alunos.
-Instalar câmaras de vigilância nas escolas é um projecto caro e as escolas devem ter a certeza que este é o caminho certo para evitar o roubo, danos à propriedade escolar e evitar a entrada de pessoas estranhas à escola. Também existem problemas com a privacidade de pais, estudantes e funcionários, mas as câmaras podem reduzir o crime e são importantes fontes de evidência física quando os crimes ocorrem.
Alguns benefícios incluem:
Oferecem aos funcionários da escola informações e provas sobre actos criminosos praticados na escola.
Permitem poupar dinheiro no longo prazo em custos de pessoal.
Permitem poupar na manutenção do equipamento escolar com a diminuição dos actos de vandalismo.
Precauções:
Não gravar áudio.
Não colocar câmaras no interior do edifício escolar.
Associação Portuguesa de Dislexia vai pedir reunião à ministra
Maior parte das crianças com dislexia deixou de receber apoio do ensino especial
Já foi recentemente publicado aqui neste espaço que as mudanças no CIF excluíram cerca de 20 mil crianças com necessidades educativas especiais que ficaram fora do sistema, a maior parte alunos disléxicos, hiperactivos ou sobredotados.
A presidente da Confederação de Pais e Associação Portuguesa de Dislexia (APD), Helena Serra, explicou que, "com a classificação que foi introduzida pelo anterior Governo, a grande maioria das crianças disléxicas deixou de receber apoios especiais". E isto porque “a classificação é cega", afirmou Helena Serra, lamentando que os professores nem sequer tenham formação para lidar com este tipo de alunos.
Enquanto isto Filomena Pereira responsável do Ministério da Educação faz-se de "surda" e afirma que desconhece qualquer queixa sobre este assunto.
Parece que estão todos "cegos" e "surdos" para com estas 20.000 crianças que precisam de um apoio especial, não por serem "deficientes" mas porque são especiais e necessitam de educadores com formação especial.
-Está na hora de apostar no ensino profissional. Esta é a ideia que Paulo Rangel defende : "Uma das minhas grandes prioridades será o ensino profissional, porque vivemos numa sociedade em que só há duas possibilidades: ou se é doutor ou não se é nada". O cerne da questão é que estamos a precisar de trabalhadores mais qualificados e não é com as "Novas Oportunidades" que se resolve a situação. FORMAÇÃO PROFISSIONAL COM ESTÁGIO INTEGRADO é a melhor alternativa a longo prazo, porque cria trabalhadores mais qualificados para o mercado interno e melhora a condição de empregabilidade para quem tenciona ir trabalhar no estrangeiro. Rangel também tem esta posição quando afirma: "Há muitos jovens que só encontram reconhecimento no estrangeiro, mas há também um número infindável com poucas habilitações que tem de ir trabalhar para o estrangeiro em condições sub-humanas porque não tem mercado de trabalho em Portugal.".
Desde terça-feira a Escola ainda não contactou pais do Leandro que se atirou ao Tua.
-A tia de Leandro comenta assim esta situação: "Nem uma palavra de solidariedade. A família merecia maior respeito".
Merece as condolências e muito mais! Merece o apuramento da verdade, a justiça para responsáveis e uma indemnização de acordo com a sofrida perda que sentem porque nem sequer o funeral conseguem fazer passada uma semana de buscas."Os bombeiros têm sido incansáveis. Bem sabem como é importante para a família encontrar o menino, poder fazer-lhe um funeral", comenta a tia.
AMI acusa responsáveis da Educação de inacção no caso da criança de Mirandela
Várias organizações de defesa dos Direitos Humanos subscreveram hoje uma carta aberta a criticar a “inacção” dos responsáveis pela Educação no caso da criança de Mirandela que alegadamente se suicidou após reiteradas agressões na escola.
Ministério vai considerar sobre proposta da Confap sobre actos de violência nas escolas
O Ministério da Educação vai considerar a proposta da Confap para responsabilizar os pais pelos actos violentos dos filhos, mas alerta que qualquer medida tem de ser tomada em “ambiente sereno” e de “ponderação”, revelou fonte do ME.
Nessa proposta, a Confap sugere que as famílias sejam responsabilizadas pelos actos de violência dos filhos dentro da escola, seja através da retenção de parte dos apoios sociais, seja através de multas ou retenções nos impostos, entre outras medidas.
Ministério Público está a investigar pelo menos 160 casos de violência escolar
"O Ministério Público está a investigar pelo menos 160 casos de violência escolar, segundo os dados mais recentes divulgados ao PÚBLICO pela Procuradoria-Geral da República. Os inquéritos foram abertos em 2008 e admite-se "que o número seja maior, já que alguns [processos] não constam do sistema informático" da procuradoria."
Ao Ministério da Educação, à Direcção Regional de Educação do Norte e ao Conselho Directivo da Escola E.B. 2,3 Luciano Cordeiro
A Amnistia Internacional – Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, a Margens – Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante e a OIKOS – Cooperação e Desenvolvimento, juntam-se para:
Publicamente manifestar:
- A sua sentida solidariedade com a família e amigos do Leandro, criança de 12 anos, que optou por pôr termo à sua vida devido ao espancamento repetido por dois colegas mais velhos da Escola E.B. 2,3 Luciano Cordeiro. - A sua indignação perante os factos que estão na origem de tão grave acontecimento e que, segundo familiares, já tinham tido lugar repetidas vezes, uma das quais originando internamento hospitalar do Leandro.
Publicamente instar:
- Os destinatários da presente carta a apurarem todas as responsabilidades por acção e por omissão na morte deste jovem e concomitantemente envolverem as autoridades policiais e judiciais. Portugal, Estado parte da Declaração dos Direitos da Criança e da Convenção dos Direitos da Criança está comprometido a respeitar e garantir os Direitos das Crianças. Prescreve, designadamente, o n.º 3 do artigo 2.º da Convenção sobre os Direitos da Criança que “Os Estados Partes garantem que o funcionamento de instituições, serviços e estabelecimentos que têm crianças a seu cargo, assegurem que a sua protecção seja conforme às normas fixadas pelas autoridades competentes, nomeadamente nos domínios da segurança e da saúde, relativamente ao número e qualificação do seu pessoal, bem como quanto à existência de uma adequada fiscalização.” Estamos perante um caso que, à luz do ordenamento jurídico nacional e internacional, tem que ser objecto de investigação objectiva e célere. A inacção e passividade dos responsáveis constituem uma grave violação de Direitos Humanos, em especial dos Direitos das Crianças. As Organizações subscritoras, exigem o cumprimento das normas que protegem as crianças. Para que tanto seja possível, reforçamos a importância da Educação para os Direitos Humanos na Escola, quer para os alunos, quer para os professores e restante comunidade escolar. Convidamos todas as escolas do país a, na segunda-feira dia 8 às 11h00 da manhã a fazerem um minuto de silêncio em homenagem ao Leandro. Seja essa a ocasião para recordar a todos a gravidade deste tipo de situações. Acabar com elas é a melhor homenagem que se pode prestar ao Leandro e à sua família. “Todas as grandes personagens começaram por ser crianças, mas poucas se recordam disso.” Antoine de Saint-Exupéry As organizações subscritoras: Amnistia Internacional – Portugal AMI – Assistência Médica Internacional APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima Margens – Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante OIKOS – Cooperação e Desenvolvimento
Esta capa de jornal é chocante. Em Portugal morre-se devido aos maus tratos. Não deixem estes casos cair no esquecimento. Peço às autoridades competentes, Ministério da Educação e Governantes, encontrem uma solução para isto. Este é o caso mais recente, será só a ponta do "Iceberg"?
Segundo disse à Lusa a presidente da CNIPE, "são cada vez mais as situações de 'bullying' e 'ciberbullying' escolares” (actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objectivo de intimidar ou agredir outro indivíduo ou grupo de indivíduos).
O caso da criança desaparecida no rio Tua em Mirandela levou a confederação a tomar uma posição para "apelar que estas situações não se verifiquem e denunciar a falta de meios nas escolas".
Tanta discussão tanto debate e parece que encontram algumas ideias brilhantes. Já tinha dado algumas medidas contra a violência escolar agora a FERLAP propôs a criação de uma nova profissão "Animadores dos Recreios" função que pode ser desempenhada por funcionários e professores dentro dos horários dos recreios. Basta haver vontade e esta medida tem custo ZERO.
"O que se pretende" - defende a FERLAP - é que o sistema educativo "aja e não apenas que reaja" quanto à questão de violência nas escolas.
"Agir implica prevenir, ora para prevenir é necessário que haja um investimento na Educação", concretiza a Federação Regional de Lisboa de Associações de Pais.
No dramático caso de Mirandela, o rapaz Leandro não suportou os maus tratos de colegas da escola e durante o tempo lectivo sai do recinto escolar para se atirar ao rio Tua. Já foi denunciado pelo Presidente da Associação de Pais que este aluno nunca esteve identificado como vítima de maus tratos escolares. Ele era uma vítima INCÓGNITA. Por irresponsabilidade da escola, dos hospitais, da segurança social, da polícia este Leandro de 12 anos residente em Mirandela durante anos foi uma vítima sem registo que drasticamente passou de um ZERO à esquerda para um 1 numa estatística monstruosa de alunos que morrem porque o sistema educativo foi irresponsável.
Hoje surgiram três notícias sobre o ensino especial. Cada notícia aborda um vértice de um triângulo composto por Pais e Professores, Ministério da Educação, e Sindicatos.
Os Pais e Professores reclamam mais apoios para o Ensino Especial. "Professores e pais denunciam que as escolas de referência criadas para as crianças cegas e surdas não estão a dar a resposta adequada. "Um ciclo que não se quebra sem uma aposta séria na qualidade do ensino", avisa Carlos Lopes, da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (Acapo)."
O Ministério da Educação afirma estar disponível para fazer "reajustes" nas redes de escolas de ensino especial e que está "a recolher dados referentes às redes de escolas de referência [de ensino especial] para, caso se considere necessário, proceder a reajustes no próximo ano lectivo".
Quanto aos sindicatos (FENPROF) reafirmam que a aplicação da CIF (ligação ao documento) é um atentado à escola inclusiva. Relembro que a aplicação do CIF permitiu que cerca de 20.000 alunos deixassem de receber ajudas, de entre estas crianças estão todas as crianças com dislexia e com hiperactividade.
1. reforçar a autoridade dos professores e dos conselhos executivos das escolas.
2. diminuir para 12 anos a idade da imputabilidade dos menores.
3. criar escolas de "Time-Out". Estas escolas funcionam como medida preventiva e precedem a extinção de benefícios financeiros aos Encarregados de Educação.
4. criar coimas para penalizar os Encarregados de Educação com meios financeiros e que não estão abrangidos pela anterior disposição.
5. reforçar a Educação para a Cidadania porque é preciso educar correctamente antes de castigar.